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Business Breakdown

O Business Breakdown é uma iniciativa do subnúcleo de Pesquisa voltada à elaboração de artigos sobre empresas que passaram por um crescimento acelerado ou conseguiram reverter cenários críticos. O conteúdo analisa a trajetória da organização, destacando sua origem, os fatores que impulsionaram a mudança e sua posição atual no mercado.

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Business Breakdown Nubank

A primeira edição do Business Breakdown do Consulting Club.
Escolhemos iniciar analisando o crescimento do Nubank, uma das empresas mais relevantes do ecossistema financeiro latino-americano e um dos principais casos de disrupção do setor bancário brasileiro na última década.
Ao longo da análise, exploramos como a empresa identificou ineficiências estruturais do sistema bancário tradicional e utilizou tecnologia, experiência do usuário e inteligência operacional para construir um ecossistema financeiro escalável. Também discutimos a evolução do modelo de negócios da companhia, desde o cartão de crédito sem anuidade até a consolidação de uma plataforma financeira integrada.

Esta é a primeira de uma série de publicações voltadas a traduzir modelos de negócio, estratégias corporativas e movimentos de mercado de forma clara, analítica e aplicada.


Produzido por: Bernardo Motta e Izadora Nogueira.

O mercado brasileiro de mobilidade urbana passou por uma transformação profunda na última década, impulsionado pela digitalização e pela mudança nos hábitos de consumo. Em um setor altamente competitivo, a conveniência, a velocidade e os efeitos de rede tornaram-se os principais diferenciais para conquistar usuários.
Nesse cenário, a 99 consolidou-se como um dos maiores ecossistemas digitais do país. O que começou em 2012 como um aplicativo para conectar passageiros a taxistas evoluiu para uma plataforma com mais de 60 milhões de usuários, presença em mais de 3.300 cidades e atuação em mobilidade, entregas, serviços financeiros e delivery.
Após enfrentar a chegada da Uber e reposicionar completamente seu modelo de negócios, a empresa tornou-se o primeiro unicórnio brasileiro ao ser adquirida pela DiDi por US$ 1 bilhão. Hoje, volta a desafiar líderes de mercado com investimentos bilionários na expansão de seu ecossistema e na disputa por novos segmentos.
Nesta edição do Business Breakdown, analisamos como a 99 transformou uma crise em vantagem competitiva, quais estratégias sustentaram seu crescimento e quais são os próximos desafios de uma empresa que busca ir muito além da mobilidade.

Produzido por: Bernardo Motta e Izadora Nogueira.

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A indústria aeroespacial é um dos setores mais complexos e competitivos da economia global, marcada por altos investimentos em tecnologia, rigor regulatório e forte necessidade de eficiência operacional. Nesse cenário, a Embraer construiu uma posição de destaque ao adotar uma estratégia própria, focada em nichos nos quais poderia competir com maior eficiência frente às grandes fabricantes internacionais.

Fundada em 1969 a partir do desenvolvimento do Bandeirante, a companhia passou por diferentes ciclos de crescimento e transformação. A privatização, em 1994, foi um dos principais pontos de inflexão de sua história, trazendo maior disciplina comercial e financeira. Poucos anos depois, o ERJ-145 impulsionou a recuperação e abriu caminho para a consolidação internacional da empresa.

Ao longo dos anos, a Embraer ampliou sua atuação para além da aviação comercial. Hoje, também está presente em aviação executiva, defesa e segurança, serviços e suporte, além de novas frentes de mobilidade aérea por meio da Eve. Essa diversificação fortalece o modelo de negócios e reduz a dependência de um único segmento.

Os números recentes refletem esse novo ciclo de crescimento. No segundo trimestre de 2026, a empresa alcançou backlog recorde de US$ 34,5 bilhões e receita de aproximadamente US$ 2,2 bilhões. No mesmo período, a Embraer segue ampliando entregas, presença internacional e sua base instalada de aeronaves.

Nesta edição do Business Breakdown, analisamos a trajetória da Embraer, sua estratégia competitiva, a diversificação de seus negócios e os desafios de transformar uma carteira recorde de pedidos em crescimento, escala e rentabilidade sustentável.


Produzido por: Rafael Porto Leite.

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O futebol brasileiro passou por uma transformação profunda nos últimos anos, marcada pela profissionalização da gestão, pelo aumento da competitividade e pela necessidade de equilibrar desempenho esportivo e sustentabilidade financeira. Em um cenário historicamente dominado por clubes de grande torcida e orçamento elevado, eficiência, planejamento e capacidade de investimento tornaram-se diferenciais cada vez mais relevantes.

Nesse contexto, o Mirassol FC consolidou-se como um dos casos mais surpreendentes do futebol nacional. Fundado em 1925, o clube de uma cidade de cerca de 66 mil habitantes construiu uma trajetória de crescimento consistente: foi campeão da Série D em 2020, campeão da Série C em 2022, conquistou o acesso à Série A em 2024 e terminou o Brasileirão de 2025 na 4ª colocação, garantindo sua primeira participação na Libertadores.

Os resultados também apareceram nas finanças. Em 2025, o clube registrou R$ 179,9 milhões em faturamento, R$ 58,1 milhões de superávit e patrimônio líquido de R$ 88,4 milhões, demonstrando que crescimento esportivo e responsabilidade financeira podem caminhar juntos.

Nesta edição do Business Breakdown, analisamos como o Mirassol transformou uma estrutura enxuta em vantagem competitiva, quais decisões sustentaram sua ascensão da Série D à elite nacional e como gestão, infraestrutura e eficiência financeira permitiram ao clube conquistar espaço entre os grandes do futebol brasileiro.


Produzido por: Bernardo Motta e Filippo Pastura.

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A indústria automobilística global passa por uma de suas maiores transformações das últimas décadas, impulsionada pela eletrificação, pelo avanço tecnológico e pela entrada de novos competidores. Nesse cenário, as montadoras chinesas deixaram de ocupar uma posição periférica para se tornarem protagonistas de um mercado cada vez mais disputado.

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Esse movimento foi construído a partir de uma combinação de escala industrial, liderança em baterias e veículos elétricos, forte competição no mercado doméstico e capacidade de oferecer tecnologia a preços competitivos. Empresas como BYD, GWM, Geely, Chery e outras passaram a expandir suas operações internacionalmente, levando para novos mercados a experiência acumulada na China.

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Mais do que uma expansão de vendas, o avanço dessas empresas começa a alterar a dinâmica competitiva do setor brasileiro. Produção nacional, novos investimentos, pressão sobre preços e aceleração da eletrificação obrigam fabricantes tradicionais a rever estratégias e portfólios.

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Nesta 5ª edição do Business Breakdown, analisamos como as montadoras chinesas conquistaram espaço no Brasil, quais vantagens explicam esse crescimento e, principalmente, o que essa transformação pode significar para o futuro da indústria automotiva brasileira.

 

Produzido por: Filippo Pastura.

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